sexta-feira, setembro 28, 2007





E lá estava eu...ali no canto da parede.
Sozinha, desconsolada, vendo a vida passar, a minha vida passar sem mim.
Com pessoas ao redor tirando fotos minhas e dizendo: "Nooossssaaa, que corajosa ela é. "Que bonita ela é".

Cansada de toda essa temperatura que nao se decide e todos esses R's puxados.

Estou cansada...estou me sentindo sozinha...e ao mesmo tempo, pressionada por todos os lados.
Saudade da Mãe...
Saudade do Pai...
Saudade dos Irmãos...
Saudade dos Amigos...
Saudade da Vó...

Saudade.

do quarto...da casa...

quinta-feira, setembro 27, 2007




Estávamos conversando sobre confiança.E lá pelas tantas, percebi que nao apenas eu, mas as pessoas que estávam discutindo comigo sobre o tema em questão, já haviam levado um belo pé na bunda de alguém, em nome da tal "confiança". Nao me surpreendeu pois,ouví-las que jamais confiariam em alguém,que contam nos dedos o número de amigos verdadeiros e que nao contam mais seus anseios, seus planos, esperanças e segredos pra todo mundo. Eu também sou assim, me tornei assim.

Já me arrependi amargamente por ter contado meus segredos pra alguém. Já me machuquei profundamente por ser transparente demais. Querer ajudar e proteger o mundo. A super Rachel entra em ação!
O engraçado é que os super-heróis sempre combatem a maldade, protegem o "mundo e os fundos". E quem os protege?
Tentar mudar não é tarefa fácil, porém não chega a ser impossível.Deixar de ser super herói ou super heroína é apenas uma questão de querer. Não querer mais ser feito(a) de bobo(a)!

Não quero quantidade, quero qualidade. Sempre foi assim e sempre será.

**Confiança é o ato de deixar de analisar se um fato é ou não verdadeiro, entregando essa análise à fonte de onde provém a informação e simplesmente absorvendo-a.

Confiar em outro é muitas vezes considerado ato de amizade ou amor entre os humanos, que costumam dar provas dessa confiança.

A confiança é muito subjetiva porque não pode ser medida, é preciso ter confiança em quem se confia para poder confiar, o que torna a confiança um conceito intrínsico.

Confiança é o resultado do conhecimento sobre alguém. Quanto mais informações corretas sobre quem necessitamos confiar, melhor, formamos um conceito positivo da pessoa.

O grau de confiança entre duas pessoas é determinado pela capacidade que elas têm de prever o comportamento uma da outra. Também é "a expectativa que nasce no seio de uma comunidade de comportamento estável, honesto e cooperativo, baseado em normas compartilhadas pelos membros dessa comunidade". Quando isso ocorre, tenho condições de prever o comportamento do outro em uma dada circunstância. Confiança é previsibilidade do comportamento. Ao observar o comportamento de alguém, somos capazes de identificar os valores que determinam por que as pessoas se comportam de uma determinada maneira. Portanto, quando digo que confio em alguém, estou querendo dizer que: a) pertencemos à mesma comunidade de valores, e b) sei que ele estará tão orientado para atender a meus/nossos interesses quanto eu próprio estaria se estivesse no lugar dele. Quando isso acontece, as pessoas não negociam: elas são capazes de entregar um cheque em branco e assinado.

Assim, a quantidade e a freqüência das negociações podem ser indicadores de que nem tudo vai bem. Se a oportunidade de negociar pode ser um indício de relações democráticas e igualitárias, o excesso de negociações é um indicador seguro de falta de confiança porque, no limite, quando eu confio totalmente, não negocio. Assim, quanto maior o número de negociações, menor a abertura entre os interlocutores.

Mesmo quando duas pessoas possuem fortes vínculos afetivos - marido e mulher, por exemplo -, existem situações em que eles têm de negociar, porque um não confia na decisão do outro e isso não tem, em princípio, nada a ver com honestidade, mas sim com a incapacidade de prever o comportamento do outro. Um exemplo: numa sexta-feira à noite, voltando para casa, o marido está planejando ir ao cinema, pois há um filme a que ele quer muito assistir. Ao mesmo tempo, a mulher deseja ir ao teatro. Se um deles deixar a decisão nas mãos do outro - em confiança -, o desfecho será ganha/perde. Se decidirem negociar, deverão explorar os reais interesses em jogo. Se o que eles desejam é, realmente, assistir ao filme ou à peça, possivelmente cada um irá para seu lado.

Tecnicamente, pode-se dizer que, nesse caso, eles não confiam um no outro, ainda que em outras dimensões importantes do casamento a confiança seja total e irrestrita.

A rapidez na solução do impasse dependerá do grau de abertura existente entre os dois. Imagine que o marido teme abrir seus reais interesses para a mulher, com medo de magoá-la. Como resolver o impasse? Com abertura. Ou seja, quanto mais rápida e francamente eles revelarem o que desejam, mais facilmente poderão resolver esse problema.

quinta-feira, setembro 06, 2007





Acompanhadas de um bilhete me deixam nervosa.